A MÁQUINA DO TEMPO.

E se pudéssemos fazer com que os mesmos se repetissem várias vezes?

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CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO, AS VÁRIAS PERGUNTAS SEM RESPOSTA.

Destas duas vertentes, criacionismo e evolucionismo, traz consigo muito mais perguntas do que respostas propriamente dita.

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O ELOGIO EM DEMASIA É PREJUDICIAL?

Quão ingratos seriamos se disséssemos que não gostamos disso. Claro que gostamos!

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NA BATALHA DA VIDA, DEPENDEMOS UNS DOS OUTROS.

Em meio a uma batalha aparentemente infindável, muitos tem agido com desleixo com relação a aquilo que lhe foi confiado.

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A HISTÓRIA POR TRÁS DO CARNAVAL

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Carnaval, palavra oriunda do latim "carna vale", que significa dizer adeus à carne, já existe há mais de três mil anos. As suas raízes mais remotas encontram-se na Grécia Antiga, no culto a Dionísio, o deus da vindima, que mais tarde foi celebrado em Roma como Baco, espalhando-se para os países de cultura neolatina. Na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.

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Dionísio, mais conhecido como Baco, era um deus bastardo para os pagãos. Perambulara por muito tempo pela Ásia Menor até que, segundo a lenda, pelas mãos do sacerdote Melampo, introduziu-se nas terras gregas. Conforme as plantações de parreiras se espalhavam pelas ilhas da Grécia e pela região da Arcádia, mais gente o celebrava. Em todas as festas no campo ele se fazia cada vez mais presente. Por essa altura, já entronado como deus das vindimas, representavam-no como uma figura humana, só que de chifres, barbas e pés de bode, com um olhar invariavelmente embriagado.

Consta que as primeiras seguidoras do deus Baco (Dionísio), a aproximadamente 3 mil anos atrás, foram mulheres que viram nos dias que lhe eram dedicados, um momento para escaparem da vigilância dos maridos, dos pais e dos irmãos, para poderem cair na folia "em meio a danças furiosas e gritos de júbilo", segundo Apolodoro, testemunha duma daquelas festas. Nos dias permitidos, elas, chamadas de coribantes, saíam aos bandos, com o rosto coberto de pó e com vestes transformadas ou rasgadas, cantando e gritando pelas montanhas gregas. Os homens, transfigurados em silenos e sátiros, não demoraram em aderir às procissões de mulheres e ao "frenesi dionisíaco". A festança que se estendia por três dias, encerrava-se com uma bebedeira coletiva em meio a um vale-tudo pansexualista.
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Especificamente no Brasil cogitasse que se iniciou em 1641 e foi obra do governador de Salvador que queria homenagear o rei Dom João IV, porém outras fontes apontam o ano de 1723 como inicio da festa de carnaval no Brasil trazida pelos portugueses . Embora não haja uma data exata consensual do inicio dos festejos, a festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país.

Influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa, em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia. Assim, as famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, fazendo com que a festa crescesse em quantidade de participantes e em qualidade.

A festa carnavalesca permite ultrapassar os limites da conveniência, pois há uma inversão de normas. Ou seja, tudo o que é proibido cotidianamente torna-se liberado. No carnaval muitas pessoas acabam expondo tendências de cunho negativo e os desejos mais ocultos, desrespeitando-se moralmente para satisfazer prazeres carnais sem limites. Prática bastante aceita em seu berço de origem, mas repugnante nos dias atuais.

Embora tais práticas não sejam adotadas por todos, como “trigo no meio do joio”, precisamos tomar muito cuidado para que tais práticas não venham adentrar e nos influenciar. No Carnaval, é preciso tomar cuidado com Aids, alcoolismo, acidentes, infidelidade conjugal, gravidez indesejada, falência de casamentos e fracassos familiares.
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2 comentários:

Eduardo Targa disse... [Responder comentário]

Gostei muito do seu texto, mostra a festa com seus conceitos e como ela realmente é uma festa com preceitos totalmente pagãos, uma matéria muito boa mesmo.

Rodrigo Max disse... [Responder comentário]

@Eduardo Targa
Muito obrigado Eduardo, fico feliz que tenha gostado da matéria, assim que puder, volte para fazer mais visitas.

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